sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sair de casa 40 minutos antes da partida do expresso ainda não é suficiente para não o perder. Amen (substituir por um palavrão à escolha)

(Uma desculpa para dizer o nome Lordelo)

A minha casa fica entre duas estações de correios, a não mais de 2/3 minutos a andar. Contudo, o senhor carteiro tem de me fazer ir levantar uma encomenda ao Lordelo (soa-me tanto a bar de transexuais), meia horita de caminho e nem sei onde fica ao certo o estabelecimento. Era fazer como em Mira de Aire e monopolizar todo o comércio deste sector num só local, encostado à farmácia, mesmo no cruzamento de semáforos da estrada principal.
Obrigada senhor carteiro, obrigada.

A julgar pela minha indumentária de hoje

Se a Dorothy fosse um Jedi eu seria um Sith.
Acordada há duas horas. Pintei as unhas há uma hora. revolvi-me na cama para tentar voltar a adormecer. Nada feito. São 7 da manhã e já apliquei a segunda camada de verniz. Penso em 50 coisas ao mesmo tempo, mas nada em particular. Onde está o meu off?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Lovely

Já tinha falado uma vez na invenção que revolucionou a minha vida (by Accessorize). Pois bem, sendo eu pessoa que devia estar proibida pela ordem dos médicos de morar perto de lojas que comercializem semelhantes coisas adoráveis, venho comunicar que a família cresceu.

Word of the day:

:

Tomorrow: Unemployment

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Where to?

Sou desorientada. Não há volta a dar. Mas parece que as pessoas não notam. Sou abordada com quase tanta frequência para dar indicações como para dar esmolas - por norma apenas consinto na primeira. 70% das vezes as pessoas estão de mapa em riste em frente à Casa da Música (e é - até para mim - relativamente fácil identificar a rotunda da Boavista num mapa). 90% destas pessoas são estrangeiras. Deverão pensar "ora bem, procuramos alguém que não aparente querer esfaquear ou assaltar-nos." E então entro em acção. Já os topo a 50 metros. Olham para mim, abrandam o passo. Continuam a andar, olham para os lados e voltam a abrandar o passo até pararem completamente a 5 metros de distância. "Desculpe... onde é que há aqui metro?". E fico tão empolgada quando sei a resposta. Transformo-me numa daquelas pessoas que gesticula excessivamente e repete 3 vezes as indicações "É naquela rua. Não é nesta! É naquela, na segunda. Anda em frente, depois tem umas escadas que descem". De todas as pessoas que já me perguntaram pelo metro ou pelo hotel Ipanema, hoje pela primeira vez conheci um brasileiro com fato de executivo e sotaque do Sertão. Imagino-o a chegar a casa, dobrar cuidadosamente o fato sentindo o peso do capitalismo aos ombros e aliviá-lo ao som de Zezé di Camargo e Luciano.

PARABÉNS!!

Acho que nem é preciso mencionar quem é o aniversariante.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

De 2010

Admiro pessoas que conseguem sem grande espalhafato ter uma ideia, traçar um objectivo e cumpri-lo. Muitas (boas) ideias apesar de divulgadas aos sete ventos profetizando a mudança do rumo da humanidade ficam a meio por falta de empenho ou confiança. Assim se destacam os que humildemente fizeram um esforço extra e podem agora afirmar que alcançaram um objectivo. Esta é a minha forma de felicitar o PL pelo seu projecto 365.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Mais dois dias, mais dois dias

A novidade de ano novo do nicho da empresa onde estou é: turnos de estagiários. Ora bem, um é pouco, dois é bom, pagamos o mesmo, vamos mas é pôr o dobro das pessoas a render a troco de... arh... nada. Há que fazer lugar para todos então bora pôr a menina que se mudou para o Porto e dedicou 6 meses da sua vida a isto no turno das 14h às 20h, sem perguntar se está disponível nesse horário. Só cá fica mais uma semana, que diferença poderá fazer a alguém que se costuma levantar às 6h30? São menos duas horas de trabalho do que antes, é verdade. Mas é também verdade que acordo à mesma hora e fico a rebolar na cama sem um objectivo, a sentir-me uma perfeita inútil. E quando chego triunfal no meu novo horário o ambiente é pesado. Mais do que o normal. Até o indivíduo mais pacífico está chateado com a vida. E depois penso que aquilo já é o acumular de 6 horas que eu perdi por estar em casa. Ao final das minhas 6 vou estar no mesmo estado. E estava. E fui comer francesinha. E agora além de ter muita sede não me consigo mexer.

Do metro

- O passe mensal aumentou quase 1,50€.
- Quando vinha ontem para casa vi uma garota dos seus 4 anos a dançar agarrada ao poste do metro qual stripper no varão. Isso não foi o pior. A irmã incitou-a pondo a música I gotta feeling a tocar no telemóvel.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Primeiro post do ano

(Como 90% dos post escrito depois da meia-noite, num estado inebriante induzido pelo álcool)

Afinal tenho uma resolução: reboot love life.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Para que não falte nada...

... o loop da semana.


Até para o ano.

Desejo...

... que todos dêem a volta ao que esteve errado em 2010. Feliz ano novo.

2011

Há coisa de um ano lembrei-me de fazer resoluções. Daquelas que nos vão mudar a vida ou tornar melhores pessoas. A última resolução era confirmar se de facto o plano foi para a frente ou se me baldei. Portanto, vamos a uma análise.


- Ler mais; Done

- Comprometer-me mais; Semi

- Acabar de ver os filmes do top do imdb (consta que faltam 60); Faltam 24. Mas não faz mal. Vi bons filmes que não vêm em listas e revi alguns do top dos quais já tinha saudades. Semi

- Definir definitivamente se continuo com o cabelo curto ou se lhe dou uma oportunidade de crescer; Oportunidade de crescer. Done

- Ir aos saldos a Barcelona ou Valência; Valência. Done

- Voltar a fazer exercícios de yoga esporadicamente; 100% fail

- Tentar ter um pouco mais de paciência com a minha mãe100% fail

- Conseguir ter aquelas explosões (não me refiro a peixeiradas) que toda a gente menos eu consegue ter; Para lá caminho a passos largos. Semi

- Ser mais directa; Semi

- Verificar se daqui a um ano cumpri algo daquilo aqui supracitado. Done


De 10 resoluções 2 foram fracassadas, 4 foram cumpridas, e 4 ficaram a meio gás. Para 2011: traçar objectivos, esforçar-me por ser melhor mas sem fazer resoluções.

A saga dos transportes

Objectivo: apanhar o expresso das 10h.
Como o autocarro até à estação de expressos se demorou, só cheguei a tempo de apanhar o das 10h30.
Eu: Então e sai de que linha?
Senhor da bilheteira: Nós depois avisamos.
Na sala de espera - que mais parece um campo de refugiados - esperei com uma dor de cabeça que começa a tornar-se mais forte até ouvir anunciar o meu transporte. Levantei-me, e vejo a viatura 50 já a sair pelo buraco que dá lugar a um mundo mais solarengo. Corri. Não sei bem porquê, mas corri. Contudo, a trolley a virar e as outras duas malas a enrolarem-se nas pernas não ajudaram. Lá se foi o menino, agora é só mais hora e meia de espera. Vai ser um dia espectacular. E produtivo.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

I'mma kill someone

Depois de mais um dia de 12 horas de trabalho chego a casa, entro no quarto e sinto um forte odor a tabaco. Por forte refiro-me àquele cheiro concentrado de cinza e beatas dos cinzeiros. O filho da puta do trolha - contra quem todas as moças do prédio têm queixas, mas que a senhoria não despede porque apesar do seu comportamento incorrecto e trabalho mal feito (nem falemos da prateleira no quarto da açoriana) não tem quem lhe queira dar trabalho - com uma casa de 5 quartos, duas casas de banho, uma sala, cozinha, marquise, corredor de meio quilómetro e varanda, achou por bem ir fumar no quarto da única pessoa que esta semana está a habitar o piso: eu. Chamem-me antiquada, mas nunca me habituei a ter as portas trancadas à chave. Fechadas sim, mas não trancada. 
1 - Porque os meus pais nunca me deixaram a mim ou à minha irmã ter a chave da porta do quarto. 
2 - porque por não estar habituada perco meia-hora a abrir a porta e isso costuma calhar sempre em dias nos quais tenho urgência em ir à casa de banho para evitar um dilúvio. 
3 - Assim como não meto o nariz em quartos alheios, parto do pressuposto que o resto das pessoas tem o mesmo respeito. Aparentemente não. O trolha não se podia ter limitado a fazer o trabalho dele, e fumar na varanda ou até - assim na loucura - na cozinha. Não. O meu quarto deve ter um apelo especial. Liguei à senhoria. Sou a única inquilina a quem ela não liga com frequência porque já sabe que não tenho muita paciência e quando a iniciativa de contacto parte da minha parte é para relatar o mau funcionamento de algo (ou alguém). Com o tempo que tem feito, por lapso (senilidade é fodida), não tenho deixado a janela aberta. Vejo-me portanto perante duas opções. Ou entrar em hipotermia durante a noite, ou morrer asfixiada. A quem estiver a pensar "ih coitadinha, só se sabe queixar" digo: o que me deixa mesmo frustrada é a falta de respeito por um espaço que estou a pagar e que sem informação prévia ocasionalmente vira sala de chuto.
Obrigado

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

I think this is the beginning of a beautiful friendship


Depois de mais uma intensa análise de preços e características acho que a escolha final recai sobre o SamsungYP-R0. Apesar de neste caso preferir o preto, o rosinha é mais barato. Venha ele.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

É esta semana

Tem de ser. Tenho adiado, mas não dá mais. Preciso de um leitor mp3. Apaixonei-me há muito pelo ipod (toda a gama do touch ao antigo da rodinha) mas o orçamento diz que não dá para isso (caso alguém esteja a pensar deitar fora o seu ipod - altamente provável - que mo envie acondicionado para A toca). Vamos então aproveitar um voucher fnac ofertado pelo natal e investir nas marcas brancas.


Caso tenham sugestões dentro de preços razoáveis agradeço a dica, mas do que vi até ao momento acho que vai ser o Zipy Albatroz. Escolher entre amarelo azul e rosa vai ser outro drama.
O ano novo avizinha-se. Prevejo-me em frente à televisão com uma garrafa de favaios a ser visitada pelos espíritos das passagens de ano passadas, presente e futuras. Visitas induzidas pelo álcool. Ou sono.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Não sei se é a falta da school break, mas tive ao longo do dia a sensação que já era 2011.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Televisão ligada no VH1 e acabo de me aperceber que os Take That voltaram. Com Robbie Williams e tudo. E a questão que não sai da minha cabeça durante 3 minutos é: Porquê?

sábado, 25 de dezembro de 2010

Qualquer dia é um bom dia para iniciar conflitos

Pela nossa vida passam todo o tipo de pessoas. As que nos marcam, as que estão em banho maria e temos uma vaga ideia da sua existência e as que de facto não gostamos. Se há muitas que se enquadram nesta última categoria, só há uma que eu posso afirmar que odeio. Uma única pessoa que se estiver a meu lado e eu calhar ter uma arma de fogo sou capaz de lhe deixar um buraco entre os olhos. Malogradamente essa pessoa calhou ser da minha família. A conselheira que influencia a minha mãe. A mulher que a quer virar contra as filhas, e se mete em assuntos que não lhe dizem respeito nem remotamente. Não é capaz de um gesto altruísta que não esconda alguma segunda intenção, e este ano ganhei um par de tomates para dizer "não me sento a comer uma refeição na mesma mesa que ela". A minha mãe pergunta-me indignada porque não almoço com uma pessoa que 70% das vezes em que me dirige a palavra o faz em tom de ameaça e eu sinto a necessidade de me começar a proteger das serpentes que tentam deixar os seus ovos nesta casa, já que ela está demasiado envolvida para o fazer. Cega talvez seja a palavra. Prendas envenenadas que carregam para sempre o peso de "mas quando eu te dei x não te queixaste" posso viver sem elas. 
Há que continuar. Os votos de hostilidade serão renovados na próxima páscoa e natal. 
E sim, para quem quer saber, esta é uma das principais razões pela qual eu já não gosto do natal.
O natal não tem coisas boas? Tem. Mousse de chocolate ao pequeno-almoço.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010