Às vezes a única maneira de não magoar mais uma pessoa é desiludindo-a. Ter consciência do que se faz nem sempre é suficiente. Estar à beira de um precipício e saber as consequências de mais um passo não evita o derradeiro salto. Como seres racionais deveria. Mas os seres racionalmente burros hão-de continuar a deixar de lado a razão que racionalmente compreendem, mas fisicamente não sentem. E não há volta a dar.
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Às vezes a única maneira de não magoar mais uma pessoa é desiludindo-a. Sei o que estou prestes a fazer. Como diz o povo: as desculpas não se pedem, evitam-se. Mas vou antecipar-me e desculpar-me pelo egoísmo calculista, por tudo o que estou prestes a fazer. Por despertar os mortos, por ser má sem maldade. Erros são acidentes por ignorância. A repetição de erros é um buraco cíclico da condição humana. Erguemo-nos fortes mas vazios por dentro, ou continuamos com falsas esperanças e promessas que não queremos cumprir.
Por tudo isto, desculpa o que estou prestes a fazer.
ui, seja lá o que for, parece sério, por isso vê lá bem isso.
ResponderEliminarPensas-te muito antes de comete-lo por isso se calhar tambem esperas k n sejas so tu a querer k o erro aconteça... e garanto-te que n es...
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